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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Governo jk- exercício


Recuperação 3 ano médio

1 questão
O governo Juscelino Kubitschek foi responsável:

a) pela eliminação  das disparidades regionais;
b) pela queda da inflação e da dívida externa;
c) por uma política nacionalista e de rejeição ao capital estrangeiro;       
d) pela entrada maciça de capitais estrangeiros e a internacionalização de nossa economia;
e) por práticas antidemocráticas como a violenta repressão às rebeliões de Jacareacanga e Aragarças;

2 questão
 “Bossa-nova mesmo é ser presidente/ desta terra descoberta por Cabral./ Para tanto basta ser tão simplesmente simpático... risonho... original” – Juca Chaves

Bota o retrato do velho outra vez/ Bota no mesmo lugar/ O sorriso do velinho/ Faz a gente se animar, oi (...) O sorriso do velinho/ Faz a gente trabalhar” – Marino Pinto e Haroldo Lobo

Os estilos de governar de Getúlio Vargas e de Juscelino Kubitschek são abordados nas letras de música apresentadas. Um elemento comum das políticas econômicas destes dois governos está indicado na seguinte alternativa:

a) trabalhismo
b) monetarismo
c) industrialismo
d) corporativismo
e) n.d.a

3 questão
No Governo de Juscelino Kubitschek, a base do seu programa administrativo era constituído do trinômio:

a) saúde, habitação e educação;
b) estradas, energia e transporte;
c) indústria, exportação e importação;
d) agricultura, pecuária e reforma agrária;
e) comércio, sistema viário e poupança.

4 questão
O governo JK (1956 – 1960) – com o slogan “50 anos em 5” – adotou estratégias e políticas que tinham como objetivo central expandir a economia brasileira. Considerando seu aprendizado sobre esse período de nossa história, indique e comente duas características do processo de desenvolvimento econômico naquele período.

5 questão
Faça uma pequena biografia sobre Juscelino Kubitschek
na biografia sobre Juscelino Kubitschek

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

I Reinado- exercício

Responda:

    1.  A independência do Brasil foi determinada por fatores internos e desvinculada do processo de crise que, na Europa de fins do século XVIII e princípios do XIX, atingiu o Antigo Regime.

               certo (      )                            errado (      )


     2.  A independência brasileira foi revolucionária tanto na dimensão política quanto na social.

               certo (      )                            errado (      )


    3.  Assinale a resposta correta:

  •         Quais as províncias que resistiram à independência?


a) São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. (   )
b) Bahia, Pará e Província Cisplatina. (   )
c) Pernambuco, Ceará e Bahia. (   )

  •    Por quê?

a) (   ) Porque a burguesia lusitana mantinha importantes negócios nessas províncias.
b) (   ) Porque os portugueses queriam manter a escravidão.
c) (   ) Porque os portugueses estavam descontentes com dom Pedro.


4.  O Brasil, após sua independência política, viu-se ligado à principal potência industrial da época, porque, em virtude

a) da ameaça de uma intervenção das nações da Santa Aliança, se uniu econômica e militarmente à Inglaterra.
b) de seu passado colonial, não teve condições de fugir à imposição do Tratado de 1827 com a Inglaterra.
c) da revogação dos tratados de 1810, o país entrou em crise, salvando-se graças ao auxílio da Inglaterra.
d) da estrutura escravocrata de sua economia, precisava garantir para si um mercado amplo com a Inglaterra.
e) do acordo celebrado com Portugal (1825), firmou-se a exigência de que seria mantida a situação do Tratado de 1810, com a Inglaterra.

5. A Inglaterra atuou a favor do Brasil para a obtenção do reconhecimento de sua independência, mas exigiu a extinção:

a) dos contratos comerciais com os países da Santa Aliança.
b) do tráfico negreiro.
c) da escravatura.
d) do Pacto Colonial.
e) do acordo comercial de 1810.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Estado Novo- Era Vargas-

O Estado Novo (1937-1965)

A ditadura é, por assim dizer, a fonte de todos os males sociais.
(Paulo Duarte)

A Constituição de 1937

Elaborada por Francisco Campos e baseada principalmente na Constituição polonesa – por isso conhecida como a Polaca -, a nova Constituição brasileira foi outorgada no mesmo dia do golpe, isto é, 10 de novembro de 1937.
A nova Constituição estabelecia um Estado autoritário com absoluta centralização do poder e a supressão da autonomia dos Estados, o que dava ao Brasil uma característica de Estado unitário.
O presidente, eleito indiretamente para um mandato de seis anos, tinha o poder de dissolver o Congresso, reformar a Constituição, controlar as Forças Armadas e legislar por decretos.
Permitindo que o chefe do governo enfeixasse em suas mãos os. Poderes Executivos, Legislativos e o próprio Judiciário, a Constituição apresentava características ditatoriais-fascistas.

A maior concentração de poderes da Era Vargas

Senhor de plenos poderes que lhe foram outorgados pela nova Constituição, Getúlio Vargas dissolveu o Congresso Nacional, destituiu os governadores dos estados, substituindo-os por novos interventores, extinguiu as bandeiras, armas, hinos e escudos estaduais, proibiu as greves, liquidou a independência dos sindicatos, cujos estatutos e diretorias passaram a depender da aprovação do Ministério do Trabalho.
O artigo 177 permitia ao governo demitir os funcionários civis ou militares cujas ações não se ajustassem à ditadura.
Pelo decreto de 2 de dezembro, extinguiam-se todos os partidos políticos, inclusive a Ação Integralista, cujos membros, que já se julgavam donos do poder e chocados com tal medida, romperam com o governo.
Em maio de 1938, os integralistas tentaram um golpe, liderado, entre outros, por Severo Fournier. A frustrada tentativa de golpe dos integralistas contribuiu ainda mais para o reforço do poder de Getúlio.
Em 16 de maio, o governo regulamentou a pena de morte no Brasil. Pouco depois, eram exilados os inimigos políticos do ditador. P1ínio Salgado foi convidado a deixar o país, partindo para Portugal.
O governo, preocupado com o problema da Segurança Nacional, modernizou as Forças Armadas e criou o Ministério da Aeronáutica.

A política administrativa

O DASP – Objetivando maior controle da administração pública, Getulio Vargas institucionalizou, em 1938, o Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP). Deve-se notar que esse departamento serviu para ampliar seus poderes através do rígido controle da administração, pois servia também como órgão consultivo de Getúlio e seus ministros.
O DIP – O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) foi, ao lado da polícia secreta, chefiada por Filinto Muller, o mais importante instrumento de sustentação do regime ditatorial-fascista do Estado Novo. Criado para a propaganda oficial do governo e para a censura funcionava como elemento controlador de toda a imprensa, determinando o que podia ou não ser publicado.

A política social e econômica

Além dos órgãos administrativos citados, Getulio Vargas usava outros triunfos para aumentar seu poder pessoal e o poder do Estado, como, por exemplo, uma simpática legislação trabalhista e uma política econômica que se caracterizava pelo seu nacionalismo, intervencionismo estatal e protecionismo.
A política trabalhista – Completando uma política trabalhista já iniciada com a criação do Ministério do Trabalho, em 1931, o Estado Novo regulamentou as relações entre trabalhadores e patrões. Os sindicatos tornaram-se dependentes e foi criado o imposto sindical.
“… como se sabe, trata-se [o imposto sindical] de uma contribuição anual obrigatória, correspondente a um dia de trabalho, pago por todo empregado, sindicalizado ou não. Outro aspecto que deve ser lembrado no exame da política trabalhista do regime de 1937 é o tratamento dado aos problemas salariais”.
Desde a Constituição de 1934, vinha sendo afirmado que a lei ordinária fixaria um salário mínimo, medida de certa importância se considerarmos que grande parte da força de trabalho não era qualificada. Somente em maio de 1940 surgiu um decreto-lei neste sentido. O país foi dividido em várias regiões para os fins da fixação do salário mínimo e estabeleceu-se uma escala variável, de acordo com a região.”
“Entre os direitos recém-adquiridos pelo proletariado e pelos trabalhadores no comércio, incluíam-se: jornada de trabalho de 8 horas, férias remuneradas, estabilidade no emprego, indenização por dispensa sem justa causa, convenção coletiva de trabalho, a regulamentação do trabalho dás mulheres e de menores, os Institutos de Aposentadoria e Pensões, que garantiam assistência àqueles grupos”.
Ainda em continuidade com as tendências do período anterior, foi consolidada a Justiça do Trabalho em 1939.
Em 1943, foi elaborada a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas).
A diversificação agrária – Intervindo na economia, o Estado Novo promoveu a diversificação agrária, incentivando a policultura.
Foram criados os Institutos do Açúcar e do Álcool, do Mate e do Pinho, responsáveis pelo financiamento, experimentação e divulgação de técnicas mais aperfeiçoadas de cultivo.
Em São Paulo se expandiu a produção algodoeira com a aplicação dos capitais que antes eram aplicados no setor cafeeiro.
O Japão e a Alemanha apresentavam-se como excelentes mercados consumidores de nossas matérias-primas, devido à participação destas nações na Segunda Guerra Mundial.

A industrialização na Era Vargas

Favorecida pela Segunda Guerra Mundial e pela conseqüente redução das importações de manufaturados em aproximadamente 40%; pela diversificação agrária, com a produção abundante de matéria-prima, principalmente do algodão; pela desvalorização da moeda e o conseqüente aumento do preço dos produtos importados; pelo aumento do mercado consumidor interno com a abolição das taxas interestaduais e pela política econômica nacionalista e protecionista da Era Vargas, a industrialização no Brasil sofreu um grande impulso a partir de 1940.
Desde 1939 que Getúlio e Sousa Costa, seu ministro da Fazenda, preparavam um Plano Qüinqüenal, que apresentava os seguintes itens principais: uma usina de aço, fábrica de aviões, usina hidrelétrica em Paulo Afonso, estradas de feno e de rodagem etc.
Manobrando inteligentemente, Vargas informou, em maio de 1940, ao Departamento de Estado americano, que a Krupp, empresa alemã, estava disposta a construir uma usina de aço no Brasil: deve-se notar que a Alemanha de Hitler já havia iniciado a Segunda Guerra Mundial.
Esta manobra de Getúlio resultou na oferta norte-americana de um empréstimo de vinte milhões de dólares que seria feito pelo Eximbank.
Com o auxílio dos empréstimos feito pelo Eximbank, foi iniciada a construção da usina de Volta Redonda, criando-se assim a Companhia Siderúrgica Nacional, que deveria produzir inicialmente 300 mil toneladas de aço por ano.
A partir de 1942, quando as relações Vargas-Roosevelt se tornaram mais amistosas e aumentaram os empréstimos do Eximbank, o governo federal ampliou os investimentos estatais no plano da infra-estrutura, Nasceu a Companhia do Vale do Rio Doce. Estava garantido o controle da matéria-prima para a indústria pesada.
Dentro desta mesma orientação nacionalista, havia sido criado o Conselho Nacional do Petróleo, em 1938, organismo subordinado diretamente ao chefe do governo.

O Brasil na Era Vargas e a Segunda Guerra Mundial

Com relação à Segunda Guerra Mundial, iniciada em 1939, Getúlio mantinha posição de neutralidade, embora algumas personagens do seu governo, como Francisco Campos e Filinto Muller, preferissem a Alemanha a outras nações. Osvaldo Aranha e Lourival Fontes tendiam para o lado americano.
Porém, em janeiro de 1942, depois da Segunda Conferência dos Chanceleres Americanos, o governo rompeu reações diplomáticas com os países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão), permitindo a instalação de bases navais e aéreas no Nordeste brasileiro.
A reação alemã e o afundamento de navios brasileiros levaram o Brasil a declarar guerra ao Eixo em agosto de 1942.
Foi, sem dúvida alguma, muito importante a participação da FEB (Força Expedicionária Brasileira) e da FAB (Força Aérea Brasileira) nos campos de guerra europeus.
As tropas brasileiras, sob o comando do general Mascarenhas de Morais, obtiverem grandes vitórias em Monte Castelo, Castelnuovo, Fornovo, Montese.

A redemocratização do país

“Com a vitória das Nações Unidades, que era, ao mesmo tempo, a derrota do nazi-fascismo, e a campanha que se desenvolvia no Brasil pela reconquista das liberdades democráticas, criara-se um clima impróprio para o regime ditatorial que se vinha mantendo no País (…). Não se podia admitir que permanecêssemos tolerando aqui o mesmo regime que havíamos ajudado a destruir na Europa”.
“… Os próprios membros do governo, a começar pelos militares, começaram a compreender que era necessário mudar, que o Estado Novo já havia cumprido o seu papel histórico e era necessário substituí-lo, preferivelmente de modo pacífico, e, se possível, enquanto era tempo, pelo próprio governo.”
O ano de 1943 marcou-se pelo início das campanhas em prol da redemocratização. Neste ano, homens como Milton Campos, Afonso Arinos e outros lançaram um tímido manifesto, exigindo a redemocratização do País: era o Manifesto dos Mineiros.
Nos anos que se seguiram, desenvolveu-se a campanha. Em 1945, o Primeiro Congresso Brasileiro de Escritores exigiu eleições livres e liberdade de expressão, e José Américo de Almeida fez declarações antiditatoriais no ornal Correio da Manhã.
Renasceu o pluripartidarismo, com a criação da UDN, do PTB, do PSD, do PSP e a reabilitação do PCB.A UDN (União Democrática Nacional) era um partido composto essencialmente por antigetulistas.
O PSP (Partido Social Progressista) teria, em São Paulo, seu principal centro de ação e em Ademar de Barros, representante da burguesia paulista, seu líder maior.
O PCB (Partido Comunista Brasileiro), criado em 1922 e extinto, por determinação do governo, alguns meses depois, funcionou na ilegalidade até 1945, ano da sua reabilitação.
O PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e o PSD (Partido Social Democrático) foram, ambos criados por Getúlio.
O PSD era o partido dos grandes proprietários rurais e das oligarquias. O PTB representava o outro lado do varguismo: o lado popular. Vargas, assentado nas bases parlamentaristas do sindicalismo nacional por ele reformado, ao criar o PTB, visava esvaziar o PCB, aglutinando os operários num “partido dos trabalhadores”.
Em fevereiro de 1945, foi promulgado um Ato Adicional (emenda constitucional) através do qual Vargas assegurava eleições, que foram marcadas para 2 de dezembro. Em abril, Getúlio Vargas concederam liberdade aos presos políticos.
Intensificou-se a campanha eleitoral. A UDN apresentou o brigadeiro Eduardo Gomes como seu candidato a presidente da República. O general Eurico Gaspar Dutra foi o candidato da coligação PTB-PSD. O PCB, legalizado por Getúlio, apresentou a candidatura de Yedo Fiúza.
Durante a campanha eleitoral, surgiu um movimento liderado por comunistas e getulista, conhecido como Queremismo, querendo que Getúlio Vargas continuasse no governo.
A aproximação de Getúlio com os comunistas alarmou os meios políticos do Brasil. Alguns acreditavam na possibilidade de um novo golpe de Getúlio.
No dia 29 de outubro, quatro dias apos terem nomeado o seu irmão Benjamin Vargas para chefe de polícia do Distrito Federal, Getúlio Vargas foi deposto sem luta pelos generais Goes Monteiro e Eurico Gaspar Dutra. O governo foi entregue a José Linhares, presidente do Supremo Tribunal Federal: era o fim da Era Vargas e da ditadura.
Nas eleições de dezembro saiu vitorioso o general Eurico Gaspar Dutra, candidato apoiado por Getúlio Vargas.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Reformas Protestantes e a Contra-reforma

Reformas Protestantes e a Contra-reforma

A Reforma Protestante foi um movimento cristão iniciado no século XVI, na Alemanha,que protestava contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica, propondo uma reforma no catolicismo.
Dentre as causas principais da Reforma Protestante, podemos destacar o luxo da Igreja, pois, enquanto pregavam pobreza e simplicidade, membros do clero vivam no meio de grandes riquezas.
A doutrina protestante defendia: Salvação pela fé (todas as pessoas são salvas pela fé). Livre interpretação da bíblia (todas as pessoas podem ler e interpretar a bíblia). Bíblia é a única fonte da verdade (aceitar apenas o que está na bíblia).

1. Luteranismo

A Reforma Luterana foi iniciada por Martinho Lutero, na Alemanha. Tudo começou quando,para propiciar a construção da Basílica de São Pedro, em Roma,o papa Leão X ordenou a venda de indulgências. Martinho Lutero não aceitou a atitude do papa e protestou contra a igreja católica. Esta disputa entre Lutero e a Igreja se prolongou até 1520, quando o papa o excomungou. Lutero queimou publicamente o documento de excomunhão e passou a difundir sua doutrina.  Assim, surgiu o luteranismo,

2. Calvinismo

            A Reforma Calvinista foi iniciada por João Calvino, na Suíça. Calvino passou  a defendera idéia de predestinação, segundo a qual a prosperidade alcançada pelo trabalho honesto e legal eram uma benção divina e um sinal da salvação da alma. Assim, o calvinismo se expandiu para países onde o comércio era mais desenvolvido, como a França, Holanda e Inglaterra.

3. Anglicanismo

A Reforma Anglicana foi iniciada por Henrique VIII, na Inglaterra. Henrique VIII havia solicitado ao papa a anulação de seu casamento com Catarina de Aragão, para casar-se com Ana Bolena. Diante da recusa do papa– e usando isso como pretexto– o rei anulou seu casamento e se declarou chefe supremo da Igreja da Inglaterra. Assim, em1534,nascia o anglicanismo

4. Contra-reforma

A Contra-reforma foi uma reação da Igreja Católica à Reforma Protestante. Foram medidas tomadas pela igreja católica na contra-reforma: criação da Companhia de Jesus (Jesuítas), aumento das atividades do Tribunal da Inquisição, criação de Seminários. Tudo isso para barrar a expansão das idéias protestantes e tentar reconquistar os fieis católicos perdidos com o protestantismo.

Resolva:

  1. O que foi a Reforma protestante?
  2. Quem foi Martinho Lutero?
  3. O que João Calvino defendia?
  4. Em que países o calvinismo se expandiu?
  5. Por que Henrique VIII se declarou chefe supremo da Igreja da Inglaterra?
  6. O que a Igreja Católica fez?
  7. Que medidas a Igreja Católica criou para combater a Reforma Protestante?


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A ditadura e a musica como protesto

A ditadura e a musica como protesto
Geraldo Vandré
Para não dizer que não falei das flores

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
       E seguindo a canção
       Aprendendo e ensinando
       Uma nova lição...
       Vem, vamos embora
       Que esperar não é saber
       Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)

           Responda:

         1. Qual é a temática discutida?
2.  Qual é o significado da expressão "vem vamos embora, que esperar não é saber"?
3.  Qual é o significado da expressão "quem sabe faz a hora, não espera acontecer"?
4.  A quem se faz referência quando se diz "indecisos cordões"? Por quê?
5.  O que representa acreditar "nas flores vencendo o canhão"?
6.  O que representa dizer que há "soldados armados ou não"? Quem são os não-armados?
7.  Por que alguns soldados estão "perdidos de armas na mão"?
8. O que representa os soldados aprenderem que devem morrer pela pátria e viver sem razão?

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Exercicio sobre Guerra Fria

1. Em qual contexto histórico surgiu a Guerra Fria?

A - No final da 1ª Guerra Mundial, quando ocorreu a expansão do socialismo para quase todos os países da América.
B - No momento seguinte ao final da 2ª Guerra Mundial, quando Estados Unidos e União Soviética entraram em disputa mundial pela hegemonia militar, política e econômica.
C - No final da década de 1980, com a crise do socialismo no leste europeu.
D - No começo do século XX, com o rápido crescimento industrial e tecnológico da União Soviética e dos Estados Unidos.

2. Quais os dois sistemas econômicos que entraram em conflito durante a Guerra Fria?

A - Socialismo e Comunismo.
B - Comunismo e Coletivismo
C - Capitalismo e Anarquismo
D - Socialismo e Capitalismo

3. Qual das alternativas abaixo explica melhor a expressão "Guerra Fria".

A - Guerra entre EUA e URSS onde as batalhas ocorreram em áreas de clima frio.
B - Guerra ocorrida na década de 1950, entre EUA e URSS, em que ocorreu uso de armas nucleares.
C - Disputa ideológica entre os Estados Unidos (capitalismo) e a URSS (socialismo) sem guerras de fato, ou seja, sem embate militar direto entre os dois países.
D - Disputa ideológica entre Alemanha e Inglaterra, durante a Segunda Guerra Mundial.

4. Quais os dois blocos militares que se formaram durante a Guerra Fria e quais países os lideraram?

A - OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte (liderada pelos Estados Unidos) e Pacto de Varsóvia (liderada pela União Soviética).
B - OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte (liderada pelos Estados Unidos) e Benelux (liderada pela Bélgica).
C - Pacto de Varsóvia (liderada pela União Soviética) e Tríplice Aliança (liderada pela Alemanha)
D - Tríplice Entente (liderada pelo Reino Unido) e OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte (liderada pelos Estados Unidos)

5. Um dos símbolos da Guerra Fria foi a construção do Muro de Berlim. Qual das alternativas abaixo explica a existência desse muro?

A - O Muro de Berlim foi construído na década de 1940 para impedir a invasão da capital alemã pelo exército aliado.
B - A Muro de Berlim foi uma linha imaginária para dividir as duas Alemanhas (uma socialista e outra capitalista).
C - Em 1961 foi construído o Muro de Berlim, para dividir a cidade em duas partes: uma capitalista e outra socialista.
D - O Muro de Berlim foi construído, com financiamento soviética, ao redor da cidade para proteger a capital alemã da influência capitalista

6. Proclamada a República inicia-se um novo período na História política do Brasil: “A República Velha ou Primeira República”.  A respeito dos primórdios da República é correto afirmar. A fase e o primeiro presidente da República foram respectivamente

A - República Oligárquica e  Hermes da Fonseca
 B - República da Espada e Deodoro da Fonseca
 C - República da Espada e Floriano Peixoto
 D - República Oligárquica e  Prudente de Morais

7. A chamada “Política dos Governadores”, instituída a partir do governo de Campos Salles, caracterizava-se por:

A - permitir que a escolha do Presidente da República fosse resultado de um consenso entre os governadores e desta forma manter o grupo político no poder.
B - tornar os governadores um mero instrumento do poder do Presidente da República e impedir a formação de novas lideranças contrárias ao governo federal;
         C - acordo político que consistia na troca de favores entre os governos federal,                       estadual e municipal para manter os grupos políticos no poder. 
         D - tornar os governadores representantes de um federalismo liberal e democrático              com objetivo de renovar as lideranças políticas;

8. Os movimentos messiânicos eram mais comuns do Brasil do que imaginávamos. Além de Canudos, várias revoltas envolvendo seguidores destes movimentos eclodiram durante a primeira metade de século passado. Como o Messianismo foi possível?

A - Devido a concentração latifundiária, o estado de miséria dos camponeses, a prática do coronelismo e a forte religiosidade popular.
B - Devido unicamente a religiosidade do sertanejo que encontrava nas práticas do messias um conforto para a vida miserável que estava submetido.  
C - Devido ao grande poder dos líderes messiânicos cujo prestígio era medido pela quantidade de eleitores que controlasse conseguindo desta forma se eleger para os cargos políticos.
D - Em virtude do temor que as profecias dos beatos causavam à população mais pobre, preferindo resignar-se a vida de perigrinações e orações para salvação da alma.

9.O coronelismo foi uma peça importante da perversa engrenagem que impedia a representatividade política da maioria da população, principalmente a parcela da sociedade mais carente. Podemos definir o coronelismo como:

A - Sistema de poder cujo grupo político que alternava-se no poder federal como forma de garantir a manutenção dos privilégios aos seus respectivos Estados
B - Sistema de poder que consistia na troca de favores entre o poder estadual e municipal a fim de garantir seus interesses políticos utilizando práticas fraudulentas para vencer as eleições.
C - Sistema de poder no qual o coronel era uma peça secundária e sua participação era ofuscada pela Comissão de Verificação, pois na prática era esta quem declarava os candidatos eleitos.
D - Sistema de poder baseado no coronel o líder político local, grande proprietário de terras que usava jagunços para formar os currais eleitorais, através de práticas de intimidação ao eleitor.

10. Sobre a Revolta de Canudos, assinale a alternativa INCORRETA. 

A - O seu principal líder foi Antônio Conselheiro.
B - Os sertanejos de Canudos lutavam contra a injustiça e a miséria persistente na região.
C - Caracterizou-se como um movimento de caráter messiânico.
D - Os revoltosos de Canudos receberam apoio incondicional dos coronéis da região.